| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Tyrannides |
| Wetmore & Miller, 1926 | |
| Parvordem: | Tyrannida |
| Família: | Tyrannidae |
| Vigors, 1825 | |
| Subfamília: | Tyranninae |
| Vigors, 1825 | |
| Espécie: | T. albogularis |
O suiriri-de-garganta-branca é uma ave passeriformes da família Tyrannidae.
Seu nome científico significa: do (grego) turannos = tirano, agressivo, cruel; e do (latim) albus = branco; e gularis, gula = com garganta, garganta. ⇒ (Ave) tirana com a garganta branca.
Mede entre 20 e 21 centímetros de comprimento e pesa cerca de 38 gramas. (Mobley, 2015).
Adulto com a cabeça na coloração cinza-pálido com uma máscara transocular cinza-escura nitidamente contrastante com as bochechas brancas. Garganta de coloração branco puro que lhe confere o nome específico. O peito e ventre são amarelo brilhante sem nenhuma faixa peitoral cinza ou oliva separando a garganta do peito, como acontece com o seu congênere suiriri (Tyrannus melancholicus). Dorso cinza-esverdeado. As asas são de coloração cinzenta, sendo que as penas coberteiras e rêmiges apresentam as bordas claras. A cauda é cinza-escura.
Íris escuras, bico, tarsos e pés pretos.
A plumagem das fêmeas da espécie é similar à plumagem dos machos, sem dimorfismo sexual aparente.
O jovem da espécie possui plumagem similar à dos adultos, mas mais pálida, e apresenta as coberteiras e rêmiges pardacentas com as bordas canela. O bico do jovem apresenta comissura labial de coloração amarelada e os olhos são escuros.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Alimenta-se de insetos, embora possa eventualmente incluir frutas em sua dieta.
O ninho é construído com ramos, hastes e forrado com material macio e a uma altura entre 2 e 8 metros, em um arbusto ou pequena árvore isolada. A postura varia entre 2 a 4 ovos e normalmente a ninhada é de dois ou três filhotes. Os ovos são branco-amarelados com pintas na coloração marrom ou roxo-lavanda.
Espécie localmente comum no Brasil centro-oriental em áreas semi-abertas, bordas de florestas, cerrados, caatingas, capoeiras, fazendas, parques e jardins.
Bem menos frequente e de comportamento mais discreto que o suiriri (Tyrannus melancholicus).
Ocorre principalmente no Brasil central e na floresta amazônica. Na Amazônia ocidental aparece localmente como migrante austral durante o inverno.
Consulta bibliográfica sobre subespécies: